Empezó el juego.

Os olhos. A boca, la nariz… Sentidos.

Tecendo histórias como quem conecta dois universos em uma linha só – do horizonte, por entre as pontes, os grafites, a internet, os corpos, o toque.

Dans les rues. Les visages fixes, les movements. Like someone being at the edge of something, beyond structures… Pure act of loving, being love – allowing another to love you back.

Creators and creatures meeting at the edge of different temporalities and spaces. Crossing borders, without moving… Eu leio sobre as meta-narrativas modernas enquanto dois amigos discutem as questões sócio-político-econômicas que percorrem suas narrativas pessoais.

 

Economics, culture, environment, sustainability, cities, responsibilities, freedom, intimacy. Transitions – or chances – or tools… I read in some wall of some street of some city a nice sentence about change. I breathe. I ask you once again to hold my hand and come with me. But this time, meet me in the movement…

Yo no sé si uno puede erigirse el dueño de las palabras, los términos tienden siempre a circular… Pero todo concepto tiene su historia… Each one of the selfies we take, is searching for its eternity…Hands tight, hearts shut, sleepy minds … Les yeux qui se cherchent en silence, nuit. Tu n’as pas besoin de regarder aucun écran pour avoir des nouvelles, tu peux toujours demander à son voisin, son amie, à un amour. Impersonal facts charged with personalities… A relatividade jornalística e seus infinitos pontos de conexão com a imaginação. Neutrality.

The construction of something new is always the deconstruction of something else that gave the space for this new to be born. It is being born in the middle of our encounters… Interconnections. Codependence. Web. Flow of shadows... Night. Technology. Science. Spirituality. Same, same. But different. “Transpolitique“, “transexualité“…  El imperio de la simulación y la hiperrealidad… Nuestra época, lo que unos llaman de “Transmodernidad“. Un verdadero cambio de paradigma alumbrando las relaciones gnoseológicas, sociológicas, éticas y estéticas de nuestro tiempo.

 

New forms of being – frische Luft - through the multiple realities and their projections, or perceptions or veils – wie eine frische Luft… Transitions. The gathering of different fields of knowledge, different universes – eine frische Luft in den Raum... The tropical dream. Improvising life, experiencing it, learning from it, sharing. The different acts, the different parts or just a different way of understanding…

 

En passant, tranquille... Les rêves qu’on avait rêvé ensemble… Un cambio de paradigma ocurriendo en el diálogo improvisado entre civilizaciones. – zwischen verschiedenen Kontinenten, Landen, Leute. Ein Wunsch immer echt: zu liebe in Freiheit, oder frei zu lieben sein.

Allowing the old to be heard and the new to be expressed. Voices, wishes, streets. Acceleration, variations. Mobility, tracing back: our restless race. Not just a quantitative matter of speed, but a qualitative change in the horizon of possibilities. Acceleration, variations. Mobility, tracing back: “Virtual reality”—a world constructed entirely of disembodied bits, populated by avatars and existing only in the realm of the ideal, or the desire, imagination. Performers, the audience moving. Globalización económica, política, informática, social, cultural, ecológica... donde todo está interconectado, configurando un nuevo magma flotante, difuso, totalizador.

 

No final thoughts. O todo pelas partes, cada parte por inteiro. Parece de outro mundo, só que não é. Os braços se abraçando, se emaranhando... Se reconhecendo no se conhecer num outro. Healing. Breathing. The past, a memory. Atravessados de transculturalidades, transtextualidades… Direção: horizonte transumano… E a poesia declara a sua organicidade: criam-se os ecopoemas.

La Transmodernidad es lo post-moderno sin su inocente ruptura: es imagen, serie, barroco de fuga y auto-referencia. Catástrofe, bucle, reintegração, fractal e inane; inflação abarrotada de dados, estética de los sentimientos plenos y sus desapariciones. Entrópica, fatal.

La Transmodernidad no es un deseo o una meta, simplemente está, como una situación estratégica, completa y aleatoria.  Es ist nicht gut, nicht schellest. Nicht langweilig, nicht aufgeregt… C’est tout et rien – tout au même temps. Es el abandono de la representación, el reino de la simulación, de la simulación que se sabe real. No precise direction: you keep on following your own steps – catching up with the invisible…

Los simulacros produciendo espacios y efectos de poder. E os nossos corpos girando na sala, girando por entre mundos… Tal homem, o bicho. Nós.

Hablemos, pues, de la transformación social, de la trascendencia de ciertas prácticas, de transacciones, de las líneas de cuestionamiento que nos atraviesan, transformándonos y transformándose, el indagar racional y cariñoso. Na vitrine, um crime: ainda é difícil competir com a qualidade do Photoshop.

Lo global y lo local co-existen, conformando el espacio donde la imaginación y la realidad se saludan – a distancia. La transmodernidad nos ofrece una síntesis entre lo material y la ficción. La realidad virtual es sin existir, no se reduce apenas a mera fabulación, sino que se convierte en la verdadera realidad…

Tout le monde en guerre et nous deux en regardant la vie par la fenêtre… En disant tous qu’on pense sans peur. On s'aimait, immensément… Il faut du courage pour s’aimer aujourd’hui!

La instantaniedad es un presente permanentemente actualizado, bagunça a lógica do antigo sistema de troca, mas não o questiona… Todo presente pode ser também uma promessa. … Todo presente pode ser também uma promessa. The one of the given panoramas: detachment from nature, autopilot, numbness, paralysis, the necessity for immediate change, consumption, politics, unawakened, depressed, unsustainable work. Achievements, war, interconnectivity, rape, death, breath, a crumbling system…. A chance to write a new beginning.

Not a comfortable place to be... People talk about altruism and the power of compassion to change, but they often forget about it, especially when they are late. Human goodness. Reconciliation… Multiple technologies stealing our attention and privacy, becoming a pair of wide-eyed…Inside of each one of us: a wonderful resource of love…  Mystery. Mindfulness, relaxation… Letting it go. Transforming it… Tranquilles, ils s’aiment et marchaient par les rues de Berlin… Conversation: interspirituality. Dropping anything that is too heavy to carry around and learning how to take only what you need. The many medicines and their possible ways for healing... Free medicine. Meditation. Transformative experiences. A probing that ponders the many meanings of…

 

Sacred domains. Co-Creation. Grieving and Healing. Companions for mourning, or mornings, or years... Amour! Je rêve avec un monde ou jouer c’est ne pas que pour les enfants, mais un endroit ou chacun peut trouver sa propre manière de jouer le jeu de la vie... Amor! Brinca comigo, que brincar o jogo da vida sozinho é muito chato! Deixa o visível e o invisível se encontrarem, deixa as palavras jorrarem da fonte… Surgindo, uma a uma as sentenças… Espontáneamente, de forma independiente, en diversas disciplinas, con diversas propuestas…

 

Para.

 

Risca a palavra no som. Olha para traz e conclui: a gente quase não muda. Reflete sobre as identidades e as suas misturas. Teóricas e práticas. Na pele já toda marcada: história. Encuentros relacionados con la cultura de la paz, el diálogo intercultural ou a filosofía se dissolvendo em poesia… En la arquitectura líquida del nuevo espacio virtual. Trying to understand the collective and individual freedom at the same time that trying to find a room to explore your own self, your interactions, your possibilities and responsibilities…Angustia difusa, un terror insoslayable… O autor, anônimo, agora dança na coautoria, em conexão direta com sua leitora. Misturam-se os gêneros, afrouxam-se antigas amarras. Liberta. Por entre os mundos, as diferente linhas se encontrando, tangentes. O entre, in-between, nous. Plusieurs.

 

O que tem de rompimento, tem de continuidade. A desconstrução de algo velho é sempre a construção de algo outro. Tudo articulado, the web. Fragmentos… Nem meu, nem teu, nem deles, nem nosso – o ser. Eu sou onde os meus pés estão. O ser é para além bordas. Somos.

Experiencias transcurriendo entre los diferentes mundos. O discurso é poder. La realidad contextualizada, o sujeito é desejo, todo ello un simulacro, deus se dissolvendo, o toque leve … Solamente nos faltaba el fin de los discursos de odio. A poesia livre, dançando por entre corpos.

La crise de la crise: sa propre rupture! Por sorte, se encontra carinho. Caminho. Una nueva totalidad compuesta de partes. La boca, las piernas, las manos, los ojos, la nariz…. Surgimiento de una multiplicidad, fragmentada y centrífuga… Gozosamente irreconstruible.

Aguzar las armas de la razón, do sentir, do querer, do fazer acontecer – dream actors, sonhando com as mãos.… Deixando a flor que nasce da dor, ser plantada agora em solo fértil e quente, acolhedor. We never had a starting point, a nossa raiz tem um crescimento diferenciado, polimorfo, horizontal, sem direção clara ou definida, suas conexões são ilimitadas e seus aprendizados um deleite, mas nem sempre fácil...Foco.

A ciência declara: god is in the neurons. Enquanto isso, outros pensam a cidade do futuro. Interconexão. Inter-Action – raízes. Mais bon… Já quase não há árvores, tão pouco seus frutos prometidos. Necessidade de contato com a terra. Já é tempo, e espaço, de deixarmos as águas dos rios voltarem a fluir livremente, levemente… Amour!

Linhas de fuga quebram o contrato, contato, já velho, e se juntam a outras raízes, já em decomposição. E giram, tomam outras direções. Renascem. Sem ligações definitivas. Linhas de intensidade, apenas linhas de intensidade fluindo… As vezes afoitas, perdoa. O pensamento rizomático se move e se abre, explode em todas as direções que o desejo move e promove. E junta, centraliza. Descentraliza. Segue. Como num mapa que se esparrama, difunde, se abre e se fecha, e pulsa, constrói, desconstrói e segue. Dá voltas. Spirals. Cresce onde há espaço, floresce onde encontra possibilidades, cria os seus próprios ambientes.

Novos sentidos, micro-conexões se difundindo, se diluindo, se confundindo, se disseminando. Produzindo inconscientes, florescendo em visões, formulando novos enunciados, outros desejos: o rizoma  germinando por entre mãos de todas as cores… Collecting stories and images… Receiving calls and bravely answering them, visiting places, looking deep into eyes, hearing stories…

 

We cry, we laugh, we discover something else. Every being has its pain; every truth has many sides…The invisible veils and their different layers… Different experiences all over the world happening simultaneously – going from here to there, from there to here. From times to times. Places. Connections. The fact is, in each one of us: a whole universe to be discovered and respected. Any penny counts. We are all healing, all healers, all co-producers of our realities.

 

Abandonando antigas ilusões… As notícias se repetem, em loopings, como em algum antigo romance que li as avessas. Por dias chove, depois faz sol. Chega o verão e a gente se esquece de tudo… O corpo relaxa. Llega a la configuración de un nuevo paradigma conceptual. Social. Político. Amoroso. No es la síntesis de la modernidad ni de la post-modernidad, sino un encontro, una mistura… Una propuesta atravesada y rizomática…Toda imaterialidade e atemporalidade tem seus eventos acontecendo no aqui e no agora. Segura. Respira. E segue…

El presente nos ofrece un panorama precário, há medos a cada esquina – há corpos marcados e almas penadas, sem escolha para aquele que vê: a instabilidade há de ser gestionada estrategicamente. Modelo centro – periferia, sufoca ou afoga. Encontram-se ainda algumas tábuas... Constrói. Renasce. Relaxa, ama... E flui. Tal rio, o homem. Emotions, oceans – em’oceans. Water. Leben. Und liebe. Und Gluck. Und here. And now.

Alors… Tout bon!

Abram as vias de mão dupla!

Deixe-nos passar em paz…

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